( dos Santos )
Às vezes quando tudo sobrevêm e nada podemos fazer talvez o melhor remédio seja a introspecção, mesmo que a sensação de estar só seja ruim em certas horas apenas o encontro com nosso eu interior ilumina o caminho a seguir.
Afinal, não adianta crer que o outro contém a resposta para nossas indagações, ou sequer supor que possamos deixar a cargo deste a responsabilidade por nossos caminhos, sabedores que somos de que nosso maior bem o livre-arbítrio devemos com boa fé e parcimônia utilizá-lo.
Já diziam os antigos mestres Zen que às vezes o não agir é uma poderosa forma de ação, pois quando nossos olhares não vêem mais o horizonte faz-se necessário o convite ao interior de nos mesmos, a busca por nossa essência divina, pois lá é somente lá encontraremos as respostas que procuramos.
Na noite escura da alma nas trevas pelas quais todo aquele que busca passa, apenas o contato com nosso mais profundo eu é capaz de nos manter no caminho do bem comum, mesmo que assim o fazendo, sejamos obrigados a reformulações profundas, mudanças de ponto de vistas e condutas, pois bem sabemos que se existe algo imutável no cerne terreno nada mais é do que a mudança, ora se estamos em eterno movimento que possamos abraçar esta idéia e permitir sempre mudar, aprendendo com nossos erros, vencendo nossos medos e jamais nos apegando ao que é fútil e passageiro.
Pessoas passaram, momentos passaram, mas que nunca percamos de vista que o essencial a alma nunca passa, isto é o amor para conosco, para com nosso próximo e para com Deus, afinal este amor ‘Agape’ que nos fará um dia cumprir a jornada da alma que por tantas vidas fazemos em busca de um só propósito.. voltar ao Amor universal.
Paz profunda.
Respeite os direitos autorais
Cantinho místico de sentimentos, poesias, contos e sabores. Amores para uma vida.
Sejam bem vindos.
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sábado, 12 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
A solidão de uma nova paixão
( dos Santos )
Quem de nós
Sombras e ilusão
Detém em si
A chave que encerra
A lágrima desta prisão?
Será meu verso
Que descobre o belo
Na dor de um coração?
Ou minha solidão plácida
Tenra e flácida
Da noite encantada
Que faz as pazes
Com ar de ilusão?
Serei então
O desequilíbrio solto
Sem mais agouros
Que encanta o verso
Com lágrimas de uma canção
Esperando assim
Outrora o dia
Feito com brisa
Ou alegria incontida
Que disfarça a dor
Frente uma nova paixão
respeite os direitos autorais
Quem de nós
Sombras e ilusão
Detém em si
A chave que encerra
A lágrima desta prisão?
Será meu verso
Que descobre o belo
Na dor de um coração?
Ou minha solidão plácida
Tenra e flácida
Da noite encantada
Que faz as pazes
Com ar de ilusão?
Serei então
O desequilíbrio solto
Sem mais agouros
Que encanta o verso
Com lágrimas de uma canção
Esperando assim
Outrora o dia
Feito com brisa
Ou alegria incontida
Que disfarça a dor
Frente uma nova paixão
respeite os direitos autorais
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